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Ong Patinhas Unidas de Parintins constitui nova diretoria

A nova diretoria almeja um local no centro da cidade onde possa receber doações

postado em 27/02/2018
Ong Patinhas Unidas de Parintins constitui nova diretoria
Ong está há dois anos realizando trabalhos na cidade. Foto: Divulgação

 

 

Da Redação

Monique Furtado

 

 

A Ong Não Governamental Patinhas Unidas de Parintins (Apup) que há dois anos vem realizando os trabalhos de resgate e salvamento de animais de rua, abandonados e em estado crítico de saúde na cidade, constituiu no último sábado (24), a nova diretoria.

 

 

Na quinta-feira (22), a coordenação  anunciou na página do facebook a troca de presidência que está sob o comando de Pedro Pinto, que fez parte da formação inicial da Ong no ano de 2016, porém, se afastou por motivos particulares durante o ano anterior e agora assume a presidência.

 

 

O escolhido enfatiza algumas das perspectivas para o decorrer de seu trabalho e afirma que “no momento, a nova diretoria deve reabrir a Ong e colocá-la para funcionar 100%”, afirma.

 

 

Além disso, Pedro revela algumas medidas que vão ser tomadas para essa nova fase da associação e alguns projetos que estão em seus planos. "Queremos de imediato começar a fazer projetos para angariar fundos para comprar o terreno onde vão ser as instalações da sede com escritório, canil e gatil e um centro de atendimento para animais de rua. Esperamos também em breve, ter um local no centro (loja) para podermos receber donativos, como ração, medicamentos e doações em espécie, onde também vai ser possível fazer cadastro de novos sócios e atendimento ao público. Vamos também tentar fazer um censo para descobrir quantos animais domésticos têm a nossa cidade atualmente tanto os que vivem nas ruas quanto dentro de casa da população", finaliza.

 

 

A ex-presidente da associação, Luciane Lopes, decidiu passar a presidência à frente em julho de 2017, por motivos particulares, após dois anos na direção da Organização. Lopes ressalta a satisfação e o aprendizado que adquiriu durante os dois anos em que ficou a frente da associação.

 

 

"O trabalho foi ótimo e se tivesse disponibilidade iria fazer muito mais pela Ong. Tudo que pude fazer para ajudar os animais fiz, não pude ajudar a todos, mas, os que ajudei, tenho um carinho enorme e lembro de cada um. Muitos perdi e isso me entristeceu nesse período. Tudo que levo de aprendizado é que sempre temos que fazer o bem ao próximo, no meu caso eu escolhi os animais, e sempre estarei disposta a ajudá-los dentro das minhas possibilidades", finaliza.

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