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Mãe é morta a tiros na frente do filho ao sair de igreja, em Manaus

A mulher estava sendo ameaçada de morte e já havia sofrido outros dois atentados, no final de 2016 ela foi atingida por seis tiros e um no início de 2017. Ontem (10), foi executada com três tiros na cabeça

postado em 11/08/2017
Mãe é morta a tiros na frente do filho ao sair de igreja, em Manaus
Crime ocorreu na rua 1º de maio, no bairro Compensa, Zona oeste de Manaus - Foto: Ive Rylo/G1AM

 

A autônoma Ilsevane Silva Falcão, de 38 anos, foi assassinada na frente do filho de 4 anos, quando voltava de um culto em uma igreja situada no bairro Compensa, Zona Oeste de Manaus. O crime ocorreu na noite desta quinta-feira (10), na rua 1º de Maio. A polícia busca pelos autores do crime.

 

De acordo com informações repassadas por familiares, a mulher caminhava pela rua 1º de Maio em direção a residência. Ela tinha acabado de participar de um culto e caminhava ao lado do filho e de algumas amigas, quando foi abordada por dois homens em uma motocicleta.

 

Testemunhas informaram para a polícia que, após abordar a vítima, o atirador pediu que ela sentasse no chão para que ele pudesse atirar. Os moradores ainda pediram pela vida de Ilsevane. "Eles disseram 'senta aí, chegou a hora dela, vou matar sim'", disse um policial, que não quis se identificar.

 

A dupla estava sem capacete e fugiu após atirar. A autônoma foi atingida por três disparos de revólver calibre 38. Os tiros atingiram a mulher na cabeça.

 

Sofria ameaças

 

Familiares informaram que a mulher já havia sofrido outros dois atentados em 2016 e um no início de 2017. No final do ano passado, ela foi atingida por seis tiros e fez um Boletim de Ocorrência no 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

 

"Ela nos falou que estava sendo ameaçada e era sempre pela mesma pessoa, mas não nos disse quem era e nem porque queriam que ela morresse", disse a irmã da vítima, Viviane Falcão, de 40 anos.

 

Ilsevane tinha voltado com os filhos para a casa dos pais há poucos mais de 1 mês. "Desde a primeira vez que ela foi baleada, ela ficou na minha casa. Eu pedi para ela não sair da minha casa. Eu tentei fazer o que pude, mas ela quis voltar pra casa dos nossos pais. Ela disse 'eu vou voltar pra minha casa mana, se eles tiverem que me matar, vão me matar em casa e todo mundo vai saber que ele me matou'", realtou a irmã da vítima.

 

Fonte: G1-AM

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